Segundo noticia do Público com o título:
Relatório do Júri Nacional de Exames
Todos os concelhos com média inferior a 3 no exame de Matemática do 9.º ano
Isabel Leiria
" Os resultados da disciplina a nível concelhio oscilaram entre 1,49
e 2,66 valores numa escala de 1 a 5.
Já se sabia que 71 por cento dos 85 mil alunos do 9.º ano que estrearam, em Junho passado, o exame nacional de Matemática tinham tido negativa na prova. Mas a análise aos resultados por região vai mais longe e mostra agora que nenhum concelho do país conseguiu registar média superior a 2,66 (numa escala de 1 a 5). (...) "
Que acham da educação no nosso pais?
Eu pessoalmente penso que não está muito famosa... Pelo contrário...
E aponto 2 problemas principais:
1- Falta de exigência
2- Falta de responsabilidade
Estão os dois ligados...
Este post é curto, mas espero a vossa contribuição...
Fouto
Aqui não há censuras nem ninguém fala mais alto. Apenas dêem largas à vossa escrita.
19 janeiro 2006
17 janeiro 2006
15 janeiro 2006
13 janeiro 2006
Valerá a pena continuar a debater???
Olá amigos!!!
Ia responder á pergunta do Filipe e depois perguntei-me porque? De que adianta debatermos e chegarmos todos ou não a uma conclusão? Que adianta concordarmos ou discordarmos? Por acaso vão os nossos pensamentos, mudar a realidade? Vão? Podemos ficar a falar sobre 1001 temas fascinantes e temas polémicos e ricos de conteudo. Mas a questão de novo surge. Vale a pena? Ou serve apenas como distração e satisfação pseudo-intelectual individual? Sim, se tudo o que está mal, nós apontarmos e discordarmos, vai alguem por acaso de Poder, ler o que está aqui escrito e converter-se. Por outro lado as nossas conclusões e introspeções individuais e colectivas vão nos levar a acção? Acho que as experiencias concretas... actos concretos é que deviam testumunhar. Falta ao mundo exemplos e não palavras... As palavras não guardam memória, salvo raras excepções... Pois podemos todos continuar neste dialogo interessante mas os frutos desta arvore não se comem, não se vem. E como disse um sábio a algum tempo atrás mesmo se não neste contexto a imagem serve para o quero transmitir. As árvores conhecem-se pelos seus frutos...
Que tem esta a árvore a dar a todos nós é a questão que vos coloco.
Aguardo serenamente,
Tiago Fouto
Ia responder á pergunta do Filipe e depois perguntei-me porque? De que adianta debatermos e chegarmos todos ou não a uma conclusão? Que adianta concordarmos ou discordarmos? Por acaso vão os nossos pensamentos, mudar a realidade? Vão? Podemos ficar a falar sobre 1001 temas fascinantes e temas polémicos e ricos de conteudo. Mas a questão de novo surge. Vale a pena? Ou serve apenas como distração e satisfação pseudo-intelectual individual? Sim, se tudo o que está mal, nós apontarmos e discordarmos, vai alguem por acaso de Poder, ler o que está aqui escrito e converter-se. Por outro lado as nossas conclusões e introspeções individuais e colectivas vão nos levar a acção? Acho que as experiencias concretas... actos concretos é que deviam testumunhar. Falta ao mundo exemplos e não palavras... As palavras não guardam memória, salvo raras excepções... Pois podemos todos continuar neste dialogo interessante mas os frutos desta arvore não se comem, não se vem. E como disse um sábio a algum tempo atrás mesmo se não neste contexto a imagem serve para o quero transmitir. As árvores conhecem-se pelos seus frutos...
Que tem esta a árvore a dar a todos nós é a questão que vos coloco.
Aguardo serenamente,
Tiago Fouto
10 janeiro 2006
09 janeiro 2006
Mudanças
Às vezes é preciso mudar para continuar ... tal como na vida o blog mudou para tentar dar mais uns passos, lavou a velha cara, fez uma plástica e agora aparece mais jovem e fresco pronto para as curvas.
Ouvi dizer que queriam fazer um lanche das presidenciais? Porque não um lanche do Benfica-Sporting?
até já
jorge vieira
Ouvi dizer que queriam fazer um lanche das presidenciais? Porque não um lanche do Benfica-Sporting?
até já
jorge vieira
Cara nova?
Bloguistas!!
Tomei a liberdade de mudar o aspecto do nosso blog, apesar de não gostar especialmente deste aspecto gráfico a mudança deve-se a este template ter maior área de texto visivel, o que penso ser mais confortável para ler textos grandes.
Fico à espera de comentários!
Atenção que esta mudança é apenas uma experiência e está sujeita à vossa aprovação.
Até breve!! E tragam ideias!
Tomei a liberdade de mudar o aspecto do nosso blog, apesar de não gostar especialmente deste aspecto gráfico a mudança deve-se a este template ter maior área de texto visivel, o que penso ser mais confortável para ler textos grandes.
Fico à espera de comentários!
Atenção que esta mudança é apenas uma experiência e está sujeita à vossa aprovação.
Até breve!! E tragam ideias!
20 outubro 2005
Compal
Caros bloguistas!
Depois de tanto tempo de ausência de actvidade neste blog, eis que sinto a necessidade de partilhar convosco um assunto que a todos diz interesse, directa ou indirectamente. E então aqui vai!!
Tenho acompanhado minimamente o caso da possível venda da Compal e não deixo de ficar surpreendido pela facilidade com que se perde uma marca de prestígio e confiança como esta.
Sei também que em Agosto de 2003 auferiu um subsídio de 6,8 milhões de euros e um valor de sete milhões de euros em benefícios fiscais em sede de IRC.
Sendo a Compal uma empresa saudável, que facturou 150 milhões de euros em 2004 e que teve um lucro de 11,2 milhões de euros, a minha pergunta é: O Estado não pode evitar que esta venda se realize? Ou que pelo menos se realize com capitais nacionais?
Do ponto de vista económico esta será, provavelmente, apenas mais uma venda normal no mercado global de aquisições/fusões de mercado, mas tendo esta empresa a posição que tem (líder nos sumos em Portugal), a quantidade de trabalhadores que emprega (imensas famílias em Almeirim), já para não falar dos ditos subsídios que terá recebido em 2003, não deveria haver aqui uma entidade que se preocupasse com estas questões?
É claro que a principal dúvida que eu tenho é porque razão se vende uma empresa que tem números destes...
Depois de tanto tempo de ausência de actvidade neste blog, eis que sinto a necessidade de partilhar convosco um assunto que a todos diz interesse, directa ou indirectamente. E então aqui vai!!
Tenho acompanhado minimamente o caso da possível venda da Compal e não deixo de ficar surpreendido pela facilidade com que se perde uma marca de prestígio e confiança como esta.
Sei também que em Agosto de 2003 auferiu um subsídio de 6,8 milhões de euros e um valor de sete milhões de euros em benefícios fiscais em sede de IRC.
Sendo a Compal uma empresa saudável, que facturou 150 milhões de euros em 2004 e que teve um lucro de 11,2 milhões de euros, a minha pergunta é: O Estado não pode evitar que esta venda se realize? Ou que pelo menos se realize com capitais nacionais?
Do ponto de vista económico esta será, provavelmente, apenas mais uma venda normal no mercado global de aquisições/fusões de mercado, mas tendo esta empresa a posição que tem (líder nos sumos em Portugal), a quantidade de trabalhadores que emprega (imensas famílias em Almeirim), já para não falar dos ditos subsídios que terá recebido em 2003, não deveria haver aqui uma entidade que se preocupasse com estas questões?
É claro que a principal dúvida que eu tenho é porque razão se vende uma empresa que tem números destes...
27 dezembro 2004
Ainda o Natal II
Porque é que o Natal é a 25 de Dezembro?
R: "No Egipto sempre se acreditou que o filho de Isis (nome egípicio da "Rainha do Céu") nascera em 25 de dezembro. O mundo pagão celebrava essa famosa data de nascimento, na maior parte do mundo conhecido de então, muitos séculos antes do nascimento de Cristo. O próprio Jesus, os apóstolos e a igreja nunca celebraram o nascimento de Cristo em nenhuma época, na Bíblia não há mandamento ou instrução alguma para celebrar, todavia somos ordenados a lembrar sim de sua morte e ressurreição que nos proporcionou a Vida (ICo. 11:24-26; Jo. 13:14-17)." (...) "Para terminar com as confusões relacionadas com o nascimento de Cristo, o Papa Júlio I, em meados do séc. IV, estipulou que a data oficial do nascimento de Cristo seria sempre o dia 25 de Dezembro. A escolha foi inteligente, porque ao colocar o nascimento de Cristo no meio das antiquíssimas festividades pagãs do solstício de Inverno, a Igreja Cristã absorveu-as e converteu-as. "
Porque damos presentes no Natal?
R: "Desde há cerca de dez mil anos que os povos agricultores passaram a trocar presentes, normalmente excedentes alimentares, no solstício do inverno, como forma de celebrar o facto de o Inverno já estar a meio e em breve regressarem os dias bons. Como era um costume pagão, os cristãos tentaram sem êxito suprimi-lo. Como não conseguiram, converteram-no. No seu novo contexto, a oferta de presentes passou a simbolizar a entrega de oferendas ao Menino Jesus pelos Reis Magos.
No entanto, o excesso de consumismo a que se chegou nos nossos dias, é, sem dúvida, uma nota muito negativa no Natal cristão."
Qual a origem da árvore de Natal?
R: "Originalmente, existia a adoração pagã da árvore. Há 1200 anos, os germânicos pagãos reverenciavam o carvalho. Os missionários cristãos adoptaram a adoração da árvore, mas transferiram-na para o abeto que foi escolhido por ter forma triangular. Os três pontos do triângulo passaram a representar a Santíssima Trindade. O costume germânico da árvore de Natal difundiu-se sobretudo a partir do séc. XIX."
Eu considero-me um ignorante em matéria religiosa, mas quanto mais sei mais considero que a Igreja funciona muito pelo coração e pouco pela razão. Podia ter arranjado mais textos para colocar aqui, textos esses de pessoas importantes no meio religioso que afirmam que o Natal é não mais do que uma adaptção da religião pagã, e que o dia de Natal foi instituido politicamente pelo Papa Julio I, assim como o dia de domingo (Imperador Constantino 321 d.C.). Acredita-se que o verdadeiro nascimento de Cristo terá sido por volta de 30 de Abril, então porquê o dia 25 de Dezembro? Curioso, não é? Não menos curioso é o facto de não haver na Bíblia uma referência ao Natal ou ao nascimento de Jesus.
E o que é a Biblia? Um livro escrito pelos Homens e adaptado ao longo dos anos.
Não quero ferir susceptibilidades nem ofender ninguém, mas há uma passagem que acho curiosa : [...porém Deus ordena aos seus fiéis ministros em Isaías 58:1 "Clama em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz como a trombeta e anuncia ao meu povo a sua transgressão"].
R: "No Egipto sempre se acreditou que o filho de Isis (nome egípicio da "Rainha do Céu") nascera em 25 de dezembro. O mundo pagão celebrava essa famosa data de nascimento, na maior parte do mundo conhecido de então, muitos séculos antes do nascimento de Cristo. O próprio Jesus, os apóstolos e a igreja nunca celebraram o nascimento de Cristo em nenhuma época, na Bíblia não há mandamento ou instrução alguma para celebrar, todavia somos ordenados a lembrar sim de sua morte e ressurreição que nos proporcionou a Vida (ICo. 11:24-26; Jo. 13:14-17)." (...) "Para terminar com as confusões relacionadas com o nascimento de Cristo, o Papa Júlio I, em meados do séc. IV, estipulou que a data oficial do nascimento de Cristo seria sempre o dia 25 de Dezembro. A escolha foi inteligente, porque ao colocar o nascimento de Cristo no meio das antiquíssimas festividades pagãs do solstício de Inverno, a Igreja Cristã absorveu-as e converteu-as. "
Porque damos presentes no Natal?
R: "Desde há cerca de dez mil anos que os povos agricultores passaram a trocar presentes, normalmente excedentes alimentares, no solstício do inverno, como forma de celebrar o facto de o Inverno já estar a meio e em breve regressarem os dias bons. Como era um costume pagão, os cristãos tentaram sem êxito suprimi-lo. Como não conseguiram, converteram-no. No seu novo contexto, a oferta de presentes passou a simbolizar a entrega de oferendas ao Menino Jesus pelos Reis Magos.
No entanto, o excesso de consumismo a que se chegou nos nossos dias, é, sem dúvida, uma nota muito negativa no Natal cristão."
Qual a origem da árvore de Natal?
R: "Originalmente, existia a adoração pagã da árvore. Há 1200 anos, os germânicos pagãos reverenciavam o carvalho. Os missionários cristãos adoptaram a adoração da árvore, mas transferiram-na para o abeto que foi escolhido por ter forma triangular. Os três pontos do triângulo passaram a representar a Santíssima Trindade. O costume germânico da árvore de Natal difundiu-se sobretudo a partir do séc. XIX."
Eu considero-me um ignorante em matéria religiosa, mas quanto mais sei mais considero que a Igreja funciona muito pelo coração e pouco pela razão. Podia ter arranjado mais textos para colocar aqui, textos esses de pessoas importantes no meio religioso que afirmam que o Natal é não mais do que uma adaptção da religião pagã, e que o dia de Natal foi instituido politicamente pelo Papa Julio I, assim como o dia de domingo (Imperador Constantino 321 d.C.). Acredita-se que o verdadeiro nascimento de Cristo terá sido por volta de 30 de Abril, então porquê o dia 25 de Dezembro? Curioso, não é? Não menos curioso é o facto de não haver na Bíblia uma referência ao Natal ou ao nascimento de Jesus.
E o que é a Biblia? Um livro escrito pelos Homens e adaptado ao longo dos anos.
Não quero ferir susceptibilidades nem ofender ninguém, mas há uma passagem que acho curiosa : [...porém Deus ordena aos seus fiéis ministros em Isaías 58:1 "Clama em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz como a trombeta e anuncia ao meu povo a sua transgressão"].
13 dezembro 2004
Nao me apetece dizer nada de especial...
Por vezes nem sempre as coisas nos correm como nós queriamos, e nesses momentos temos a vontade de partir na procura de uma solução. Na busca por essa solução perdemos-nos, por vezes demasiado tempo, a pensar sobre o que de mau nos acontece, e em todos os problemas que nos assolam.
É como que uma espiral negativa. Uma busca pela solução milagrosa faz-nos mergulhar num mar de vida negativa, como se tudo o que conhecemos dependesse desse milagre para renascer com nova vida aos nossos olhos.
Parafraseando alguem que todos conhecemos: "A vida é um milagre". Menos cinéfila mas talvez mais de acordo com a minha realidade, eu diria a frase : "A vida, por si só, é um milagre".
Chamem-me um optimista utópico e tresloucado mas apeteceu-me dizer isto. E disse.
É como que uma espiral negativa. Uma busca pela solução milagrosa faz-nos mergulhar num mar de vida negativa, como se tudo o que conhecemos dependesse desse milagre para renascer com nova vida aos nossos olhos.
Parafraseando alguem que todos conhecemos: "A vida é um milagre". Menos cinéfila mas talvez mais de acordo com a minha realidade, eu diria a frase : "A vida, por si só, é um milagre".
Chamem-me um optimista utópico e tresloucado mas apeteceu-me dizer isto. E disse.
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